O filme já acabou mas a gente gosta de ficar vendo os nomes de quem tanto se esforçou para nos dar uma ou duas horas de distração. Comigo não precisa de tanto. Leva o coração e o que mais conseguir arrancar de mim. Nome eu nunca tive, assovia e eu voo pra perto. Casa eu não encontro, escreve "menino" e eu assopro os teus cabelos. O presente é a minha prisão, poetisa. Corre ou fica, fica ou passa: vou pra onde desatino me guiar.
Sei. E que o filme nos faça chorar antes dos créditos finais.
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