Passou-se o tempo e esquecerem de me passar. Ando amarrotado numa pele que creceu demasiadamente num corpo miúdo. Tropeço nas pelancas, asso nas dobras, canso-me de excessos. Seja lá quem me esticou, equeceu de alertar sobre o sufoco. Não sei se é falta de ar ou sobra de espaço, mas, por dentro, tudo me é pouco.
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